sexta-feira, 26 de abril de 2013

Utilizadores da Saúde 24 podem deixar de pagar taxas moderadoras

O Ministério da Saúde está a estudar a redução – ou até mesmo eliminação – do pagamento das taxas moderadoras nas urgências hospitalares aos utentes que tenham ligado primeiro para a Linha Saúde 24.

A informação está na capa do “Diário de Notícias” desta sexta-feira, segundo o qual o documento já foi enviado aos hospitais pela administração central do sistema de saúde.

A ideia do Ministério da Saúde é retirar doentes às urgências e inclui outras regras, como reforçar o número de médicos nos horários mais concorridos e nos dias de maior afluxo – por exemplo, à segunda-feira.

Outra medida prevista no âmbito da actividade hospitalar é reduzir o número de cesarianas e passar da actual taxa de 30% para, no máximo, 25% em 2016.

Outras metas definidas no plano estratégico do Governo para os próximos três anos é baixar a média dos dias de internamento. Prevê-se ainda que, nos próximos anos, sejam feitas mais 100 mil novas operações e no tempo adequado.

Rádio Renascença via SAPO. 26.04.2013

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Movimento +Saúde social

O Movimento +Saúde nasceu este ano e, acompanhando as tendências do mercado, registou-se no Facebook para partilhar alguns dos temas mais quentes e actuais relacionados com a causa.

Nesta página, pretendemos alertar de forma rápida, simples e eficaz os interessados em mudar o rumo da Saúde em Portugal: encontramos membros, contactamos entidades, partilhamos as melhores e piores notícias sobre o sector, procuramos colaborações online. Se já conhece o Movimento +Saúde mas pretende receber novidades e interagir connosco em tempo real, ajudando-nos a passar palavra sobre o projecto, espreite a nossa página. Está mesmo aqui.

Não brinquem com a nossa saúde!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Membros do Movimento +Saúde

O Movimento +Saúde é recente, mas conta com inúmeros membros dispostos a disponibilizar o seu tempo e experiência profissional para ajudar a elevar a visibilidade desta causa e a alertar os portugueses para as dificuldades que os utentes e profissionais de saúde têm enfrentado.

Alguns dos membros do Movimento com grande e prestigiado renome na Comunidade são:

O reverendíssimo Bispo Emérito D. Manuel Martins


O Professor Doutor José Filipe Pinto, Sub-director do Departamento de Ciência Política da Universidade Lusófona



O Dr. Rogério Alves, ex-Bastonário da Ordem dos Advogados, Advogado da sociedade de advogados ABBC, advogado das mais altas individualidades nacionais e internacionais (ex. Caso Maddie), ex-Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting



Para todos aqueles que acreditam no Movimento +Saúde e que gostariam de fazer parte deste projecto, relembramos que podem seguir a nossa página do Facebook para acompanhar os mais recentes acontecimentos e enviar-nos um email para se tornar membro e colaborar da forma que lhe for mais conveniente. 
Não brinquem com a nossa saúde!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Sobre o Movimento + Saúde



O Movimento + Saúde é um projecto que pretende lançar o debate e abrir o diálogo na Sociedade no seguimento das medidas recentemente anunciadas pelo Estado Português para 2013 que prevêem cortes sucessivos nas despesas de saúde dos portugueses, dificultando o acesso a cuidados básicos de saúde. Esta austeridade  acarreta, a curto prazo, graves riscos e consequências para a saúde pública, pelo que se torna imperativo alertar para a problemática dos sucessivos e desmedidos cortes nas despesas de saúde e consequente condicionamento e risco de acesso dos doentes aos cuidados do SNS.

O aumento das taxas moderadoras nos hospitais públicos, conjugado com a redução de médicos nos Centros de Saúde e o fecho de Unidades de Urgência implicam uma crescente dificuldade dos Portugueses no acesso à saúde e à sua consequente degradação, em grande medida por falta de rendimentos disponíveis para um tratamento contínuo, eficaz e digno.

Os utentes portugueses deixam de ter acesso a medicamentos que estão disponíveis para outros doentes europeus com doenças similares. Desta forma, e consequentemente, Portugal pode perder os bons indicadores que tem obtido nos últimos anos, regredindo no tempo e na qualidade dos serviços de saúde prestados aos portugueses.